domingo, 28 de agosto de 2011

Brincar com Maquilhagem

Desta vez fiz uma maquilhagem forte,bem marcada. Boa para uma ocasião especial, uma saída à noite.
Inspirei-me nos anos 80. Com três tons de azul de sombras e um blush forte e sobrancelhas bem marcadas.


Espero que gostem ;)

Some details...




...from my life.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Reciclagem de embalagens plásticas em organizadores de Gavetas


Embalagens plásticas recicladas em organizadores de gavetas
Todo bom artesão que vive reciclando não suporta jogar nada no lixo que possa ter algum uso, concordam? Assim eu costumo guardar aquelas embalagens plásticas de frutas e hoje vou mostrar como eu as reciclei em organizadores de gavetas.
Na verdade vamos reciclar também aquele jornal velho e sobras de papel de seda. Confiram como fazer essa técnica que é conhecida como papietagem.

Reciclando embalagens plásticas


Comece separando o material para reciclar Comece separando o material para reciclar, as embalagens de frutas de tamanhos variados. Também corte o jornal em tiras. 
Corte fora as tampas das embalagens. Corte fora as tampas das embalagens
Recorte fora as bordas das embalagens Recorte fora também as bordas das embalagens para que fiquem bordas retas, sem nenhum tipo de aba.
Comece a colar as tiras de jornal nas embalagens. Use cola branca diluída em água na proporção 2:1. Aplique a cola no pote, posicione a tira de jornal e aplique cola sobre a tira usando um pincel. Comece a colar as tiras de jornal nas embalagens
Dobre e cole as sobras das tiras de jornal Dobre e cole para o lado de fora as sobras das tiras de jornal que colamos pelo lado de dentro. Do mesmo modo pincele cola sobre as tiras.
Continue colando por todo o lado de dentro. Cole as tiras sempre de forma desencontrada para ficar mais interessante. Continue colando por todo o lado de dentro
Cole também pelo lado de fora da embalagem de plástico Cole também pelo lado de fora da embalagem. Complete toda a superfície e deixe secar completamente.
Recorte um pedaço de papel de seda de um tamanho um pouco maior que o fundo da embalagem. Recorte um pedaço de papel de seda
Ajuste o papel de seda no fundo da embalagem Ajuste o papel de seda no fundo da embalagem.
Aplique a cola sobre o papel de seda com cuidado para não rasgar. Como o papel é muito fino ele logo absorve a cola e gruda no fundo da embalagem. Aplique a cola sobre o papel de seda
Faça pequenas dobras nos cantos da embalagem Faça pequenas dobras nos cantos da embalagem para ajustar o papel de seda. Não se preocupe pois elas ficarão imperceptíveis.
Outra alternativa é colar de forma aleatória o papel de seda cortado em tiras. Formatos de flores, coração e bolinhas também ficam bacanas. Fica ao seu gosto. Cole também tiras de papel de seda
Pote com fundo liso pronto pra usar Vejam como fica interessante o resultado final. O papel de seda permanece bem transparente. Se você tiver um jornal de outra língua pode montar um belo mosaico de notícias.
Da mesma forma o papel de seda em outros formatos fica interessante. Explore também as combinações de cores. Embalagem plástica decorada com tiras pronta para usar

Sempre temos um modo de dar um toque especial aos objetos recicláveis. A sua gaveta de trabalho vai ficar super em ordem e com um ar sustentável. Vejam só como ficou organizada a gaveta do maridão.
Divirtam-se.

Embalagens plásticas se transformam em ótimos organizadores

Retirado de:  http://www.viladoartesao.com.br/blog/

sábado, 20 de agosto de 2011

Grow Your Own Clothes: The Fibershed Project


Karen Brown is an award-winning designer and creative director of the Center for Ecoliteracy. Her work has been included in the Smithsonian Institution and Cooper-Hewitt National Design Museum, and featured in The New York TimesArchitectural Digest, House Beautiful, and on Today on NBC. She believes that the handmade movement is a fundamental force for transforming society and the economy. 
Take a look at what you are wearing and ask yourself, “Can I put a name or face to these clothes?” For textile artisan Rebecca Burgess, matching a face with a garment doesn’t stop at knowing the garment’s maker. For her, it also means knowing the farmer or rancher who grew the fiber and even petting the sheep who provided the wool.
In September of 2010, Rebecca pledged for one year to wear only garments made from fiber grown within a 150-mile radius of her front door, just north of San Francisco. Rebecca spins, weaves, knits, felts, and sews her own clothes — from organic cotton, wool, alpaca, and angora — and dyes them with plant material she grows herself or harvests in the wild. The goal of this endeavor – called the Fibershed Project — is to show that beauty and fashion can support sustainability, local economies, and regional agriculture.
Rebecca began the Fibershed Project with a single locally-grown outfit. She admits it was a little daunting at first to commit to dressing herself literally from the ground up. But as the year unfolded, so did her wardrobe as she worked with resources, talents, equipment, and skills distributed throughout her local area. She collaborates with an extensive community of fiber artisans, designers, farmers, and ranchers, like Capay Valley’s Sally Fox, who breeds her own varieties of naturally colored cotton and is building a solar-powered cotton mill. Rebecca has seen the glimmerings of a reemerging industrial base in the Yolo Wool Mill with its six employees. And she joined with others to stage a benefit fashion show featuring all locally-produced garments and accessories.
Collaboration helped to transform Rebecca’s perspective on the challenge of dressing locally. “The ‘limitation’ of sourcing materials within 150 miles,” she says, “became a ‘creative focus.’”
It is an environmental focus for her as well. A fifth generation resident of the fragile bioregion where her materials are cultivated, Rebecca stresses that utilizing local fibers and plant-based dyes for textile color are vital parts of the solution to improving the health of air, water, and soils.
“The textile industry is the number one polluter of fresh water resources on the planet, as well as having an immense carbon footprint,” Rebecca says. “The average CO2 emitted for the production of one T-shirt is up to 40 times the weight of that shirt.”
She notes that coal tar, a petroleum-derived product that is a common ingredient in synthetic dyes, is a Group 1 carcinogen.
To replace synthetic dyes, Rebecca grows many natural dye plants, like Japanese indigo for blue and coreopsis for orange. She also gathers plants in the wild. Rebecca has two degrees in education and teaches that careful and respectful tending and gathering of native plants – in cooperation with landowners – contributes to environmental restoration and opens a deeper understanding of our connection to wild places. And because “local” refers to the place you live, Rebecca has developed bio-regional maps showing where dye-making plants grow seasonally across North America for her book, Harvesting Color.

What’s next for Rebecca as she completes her one-year commitment to the Fibershed Project? “I’m keeping going!” she says.
Her emphasis may shift, however, from the making of garments to the bolstering of foundations and infrastructure that fiber artisans need. Rebecca says, “It can strip the validity of becoming an artist to be forced to work with materials that compromise your integrity. Artists need a resource base that is not commoditized and owned by large corporations. They need resources that lift their independence. I would like to see all artists have the materials they want.”
“We are surrounded by beauty as well as solutions to our ecological crisis”, she says “We just need to slow down and smell the alpaca.”
Watch a group of Fibershed friends make wool felt hats:


Retirado de: http://www.etsy.com/blog/en/2011/grow-your-own-clothes-the-fibershed-project/

Role Model: Gillian Zinser

Love her style

Chindogu ou os Objectos inúteis

99 More unuseless Japanese Inventions, é o nome do livro que me veio parar as mãos à um tempo atrás, mas que de vez em quando gosto de espreitar.
Como o nome indica são mais umas quantas invenções Japonesas, completamente inúteis, ou Chindogu. São objectos ao qual foram concebidos para tornar certas situações no nosso dia a dia mais confortáveis e convenientes, o único problema é que sucede o contrário, não resultam, não funcionam e são inconvenientes.
Aparentam ser grandes ideias, mas realmente necessitamos de algo assim?



  • Enquanto vamos andando de carro de um lado para o outro na nossa rotina diária, podemos aproveitar para secar a roupa lavada, com o bónus de a deixar com um aroma especial dependendo de por onde andarmos.
  • Será que vai chover? Talvez? Não apetece levar o chapéu de chuva, ou passa a vida a perde-lo? Chapéu-Gravata! Se tem que usar gravata todos os dias, este dois em um é genial. Só há um pequeno problema, depois de usado para proteger da chuva, volta a por no pescoço? 
  • Qual é o interesse de deixar pegadas de cão no chão? Seria talvez um conceito interessante para calçado infantil. Pegadas de cão, gato, pássaro, urso, um ser irreal...
  • Para os "lambões" , porque os olhos também comem ;D
  • Depois de comer, um café bem quente vai sempre bem...
  • Depois de comer, e de tomar o café, apetece lá ir lavar pratos.       
  • Os lábios perfeitos, naquela cor forte que muito gostamos. Versão stencil.   
  • Os lábios perfeitos, naquela cor forte que muito gostamos. Versão carimbo. 
  • Saltou a lente de contacto, meia hora a procura ...
                                                        
"A gadget that works but doesn't work, helps but doesn't help, is useful but isn't ... sad but funny, smart but stupid, logical but inconsistent ... and at the same time pure, basic and universal. That's all we've really ever needed. And that's all Chindogu really is."